O POVO NASCEU OUTRO MESSIAS, DEPOIS DA PASSAGEM DE DHLAKAMA.
Depois da passagem de Afonso Dhlakama, ex líder da RENAMO, Venâncio Mondlane é tido como Homem enviado por Deus para continuar a luta política, social, economia, ideológica e psicológica contra o regime da FRELIMO.
A semelhança do que faziam com Dhlakama, nos últimos dias passou a ser recorrente discursos de ataques por parte dos camaradas contra a pessoa de Venâncio Mondlane.
Muito provavelmente, a vitória do engenheiro nas últimas eleições, não deixa tranquilo o partido no poder e deu-lhes a certeza de que pode fazer mais pelo país.
Discursos como os de Chackile Abubacar, secretário geral da FRELIMO, e do Daniel Chapo, presidente da república, em que Venâncio Mondlane serve-lhes de ponto de partida nos seus comícios, fica provado e comprovado que, afinal, Mondlane constitui um belo presente para o país. Com a crescente popularidade do partido ANAMOLA, VM7 desarmou terroristas digitais como Dércio Alfazema, Yaqub Sibindy e outros “malfeitores”, que alegam desconhecer-lhe outra serventia que não seja as de incitar as manifestações.
Pouco avisadas, muitas pessoas pensaram que o senhor Venâncio entornou o caldo quando trocou a RENAMO por uma luta Revolucionária. Já agora, não seria justo que viessem homenagear aquele que pensaram que continuar a luta de Dhlakama seria suicídio político?
A extraordinária vitória de Venâncio Mondlane não é, apenas, um sintoma de queda frelimista. É, também, a comprovação de que, em Moçambique, até mesmo Engenheiros florestais podem nadar no mar da política a vontade.
E, a popularidade de Venâncio Mondlane tem um significado histórico: a relação da FRELIMO com os moçambicanos já conheceu melhores dias. Dias que já não regressam mais.
Bem, a forma inconsciente com que o terrorista “Alfazema” tenta convencer o povo também não ajuda em nada a cativar a simpatia de um Povo, que já anda por aqui com um novo Messias a seus arredores...
desastroso método com o qual os desesperados terroristas digitais ao serviço da FRELIMO tentam cativar a simpatia do povo é, não apenas ultrapassado, como revela que os gringos no poder já ponderam o momento de largar o volante.
COLISENÇA

